24 dezembro, 2015
Boa Consoada!
Cá por casa estamos a ultimar os preparativos para a Consoada e para o dia de Natal... A correria é grande e parece que o tempo não vai chegar para fazer tanta coisa, toca a meter a família a mexer: embrulhar umas últimas prendinhas, ir buscar lenha, fazer mais uns doces, meter o perú no forno... Ai canseira boa!!!
16 dezembro, 2015
Roupa...
Montes de roupa para despachar... Finalmente bom tempo para secar... E eu sem conseguir pegar no cesto atulhado de roupa molhada para a ir estender!
14 dezembro, 2015
Parabéns Sara!
Parabéns meu amor, são já 19 anos!
Mais um ano, mais umas aventuras, tu cada vez mais crescida, mais independente, de asas cada vez mais abertas e fortes, prestes a largar o ninho... um dia destes será o dia... Mas enquanto não chega, vou aproveitar cada bocadinho para mimar-te, acarinhar-te, juntar memórias boas!
Sê feliz...
Aproveita o que a vida te oferece...
Encara cada obstáculo como uma aprendizagem para te tornares mais forte e mais sábia...
Ouve os meus conselhos, afinal a minha juventude não foi assim tão diferente da tua, sou como um livro de exercícios que trás as soluções no fim, escusas de dar erros, ou pelo menos tantos...
Ouve e acarinha o teu pai, pode ser assim a modos que despassarado e brincalhão, mas ama-te tanto como eu e não há nada nesta vida que não faça por ti!
Tem paciência para a tua irmã, apesar das brigas e das birras ela gosta muito de ti. Não a afastes e há-de chegar um tempo em que, mesmo que não sejam as melhores amigas, serão o apoio e o conforto uma da outra!
Amo-te muito!
Mais um ano, mais umas aventuras, tu cada vez mais crescida, mais independente, de asas cada vez mais abertas e fortes, prestes a largar o ninho... um dia destes será o dia... Mas enquanto não chega, vou aproveitar cada bocadinho para mimar-te, acarinhar-te, juntar memórias boas!
Sê feliz...
Aproveita o que a vida te oferece...
Encara cada obstáculo como uma aprendizagem para te tornares mais forte e mais sábia...
Ouve os meus conselhos, afinal a minha juventude não foi assim tão diferente da tua, sou como um livro de exercícios que trás as soluções no fim, escusas de dar erros, ou pelo menos tantos...
Ouve e acarinha o teu pai, pode ser assim a modos que despassarado e brincalhão, mas ama-te tanto como eu e não há nada nesta vida que não faça por ti!
Tem paciência para a tua irmã, apesar das brigas e das birras ela gosta muito de ti. Não a afastes e há-de chegar um tempo em que, mesmo que não sejam as melhores amigas, serão o apoio e o conforto uma da outra!
Amo-te muito!

13 dezembro, 2015
10 dezembro, 2015
Mais um adeus...
Mais um adeus... mais um anjo que se foi, partiu a dormir, rodeada dos seus amigos de 4 patas, foi assim que a encontrei de manhã!
Foram 13 anos de muitas loucuras, aventuras, disparates e muito amor!
Até um dia minha querida Lady, nunca esquecerei o teu sorriso palerma, as tuas tropelias, a tua alegria permanente!
Espero que a esta hora estejas feliz com o teu Ice!
05 dezembro, 2015
Há pessoas...
Que conseguem roubar-nos a alegria e a boa-disposição com um simples olhar, pessoas para quem nada chega, que não dão valor aos nossos esforços para as fazermos felizes e lhes dar o essencial, pessoas que à miníma contrariedade explodem em mau-humor e agressividade, que não aceitam uma explicação, por muito lógica que seja, que só sabem exigir... Lamento, tudo o que posso garantir que tenho para dar é o meu amor incondicional e apesar de tudo!
01 dezembro, 2015
1 de Dezembro...
| Aprende-se na escola, mas os nossos políticos, tão patriotas, devem andar muito esquecidos da matéria! Dia da Restauração da Independência |
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28 novembro, 2015
Novembro a acabar...
Finalmente fim-de-semana! Deu para ter uma noite descansada e acordar sem despertador, apesar de acordar relativamente cedo na mesma, mas ando nas calmas. Enquanto o resto da tropa dormia, fiz um bolo para o pequeno-almoço, meti roupa a lavar (há que aproveitar o sol e o ventinho para secar o mais que se puder) e andei a passear pelo Facebook. Agora à tarde é para aproveitar a ajuda da família e começar a organizar a casa e as decorações natalícias... Novembro queima os últimos cartuxos, Dezembro aproxima-se a passos largos e dia 1 é o meu dia de enfeitar casa, fazer as árvores (tenho a mania de fazer a grande na sala de estar e outra, mais maneirinha, na sala de jantar) e fazer o Presépio... Estou lentamente a entrar em modo nataólico... preparem-se!
26 novembro, 2015
25 novembro, 2015
18 novembro, 2015
Paris...
Depois dos ataques, Paris, a cidade das luzes e do amor, chora, levanta-se e responde com flores, velas, palavras e cânticos de força e coragem...
A notícia original completa...
http://www.canalplus.fr/c-emissions/c-le-petit-journal/pid6515-le-petit-journal.html?vid=1331026
Um pequeno excerto, legendado...
http://www.tvi24.iol.pt/internacional/atentados-paris/eles-tem-armas-nos-temos-flores-o-pai-que-esta-a-comover-o-mundo
14 novembro, 2015
12 novembro, 2015
Futebol e política...
... São duas daquelas coisas que, estupidamente, levam as pessoas a perder a razão, o juízo, o bom-senso, a educação e... as amizades!
É engraçado ver pessoas que, no seu mural de Facebook, fazem a apologia da Democracia, que lamentam o actual estado da Nação, que dizem que a dita Democracia está de luto mas depois, quando um amigo de longa data resolve brincar e dar a sua opinião (contrária), simplesmente lhe apagam o comentário e o bloqueiam da conta!
Foi o que aconteceu nestes dias com uma suposta amiga de muitos anos que simplesmente correu com o meu cara-metade por não gostar da opinião política dele. E quando eu a chamei a atenção para o que tinha feito, também eu fui bloqueada! Ou seja, a moral que eu tiro da história é que, para certas pessoas, a Democracia só existe para os que são da mesma opinião que elas ou que, pelo menos, não as contrariam!
É engraçado ver pessoas que, no seu mural de Facebook, fazem a apologia da Democracia, que lamentam o actual estado da Nação, que dizem que a dita Democracia está de luto mas depois, quando um amigo de longa data resolve brincar e dar a sua opinião (contrária), simplesmente lhe apagam o comentário e o bloqueiam da conta!
Foi o que aconteceu nestes dias com uma suposta amiga de muitos anos que simplesmente correu com o meu cara-metade por não gostar da opinião política dele. E quando eu a chamei a atenção para o que tinha feito, também eu fui bloqueada! Ou seja, a moral que eu tiro da história é que, para certas pessoas, a Democracia só existe para os que são da mesma opinião que elas ou que, pelo menos, não as contrariam!
08 novembro, 2015
Domingo...
Hoje foi Domingo de mais-ou-menos-preguiça, a tarde toda em casa com a mais velha, que a mais nova e o cara-metade foram à bola. Passou-se a meter roupa a lavar, estender roupa, apanhar roupa, fez-se um bolo e assou-se castanhas e batatas doces. Agora já está a família toda em casa e lá se vai petiscando as castanhas e as batatas doces... é que o bolo foi-se logo, ainda quentinho, partilhado com bons amigos que nos vieram fazer uma visita!
30 outubro, 2015
26 outubro, 2015
Cinzento...
Segunda-feira cinzenta, chuvosa... dá moleza, muito sono... e eu com tanto que fazer... ó valha-me a santinha!
23 outubro, 2015
19 outubro, 2015
Pecado de fim de semana...
Este fim de semana houve cheesecake de nutella e oreo, para adoçar as bocas e as almas. É bom e recomenda-se, muito embora com alguma parcimónia pois acaba por se tornar enjoativo se se comer em demasia... uma fatia fina chega perfeitamente para consolar a gula!
Fica aqui a receita... ;)
18 outubro, 2015
Um adeus...
Há pessoas que apesar de uma breve passagem pela nossa vida nos marcam para todo o sempre e nos deixam sempre uma doce memória... E foi este o caso do meu querido Guilherme Duarte, que me acompanhou nos 3 anos em que trabalhei na EDP na Amadora, já lá vão uns 22 anos, justamente pela sua simpatia, carinho, bondade, sentido de justiça, capacidade de liderança e alegria de viver!
Reencontrei-o há relativamente pouco tempo através dos meandros do Facebook e, apesar de não o ter voltado a ver fisicamente, de vez em quando íamos matando as saudades em pequenas conversas e pelo que íamos vendo um do outro nos respectivos murais...
Hoje despeço-me com muita tristeza e aqui partilho alguns poemas de sua autoria "roubados" pela net.
Adeus meu querido Sr. Duarte, obrigado por tudo o que me ensinou, pela força e carinho que me deu!
Reencontrei-o há relativamente pouco tempo através dos meandros do Facebook e, apesar de não o ter voltado a ver fisicamente, de vez em quando íamos matando as saudades em pequenas conversas e pelo que íamos vendo um do outro nos respectivos murais...
Hoje despeço-me com muita tristeza e aqui partilho alguns poemas de sua autoria "roubados" pela net.
Adeus meu querido Sr. Duarte, obrigado por tudo o que me ensinou, pela força e carinho que me deu!
QUE DEMOCRACIA É ESTA?
Sempre trabalhei na vida
E todo o pão que comi
Foi ganho honestamente
Com o suor do meu rosto.
Não gastei mais do que tinha.
Nunca fui um aldrabão.
Não sou nenhum vigarista,
Nem sequer oportunista
E também não sou ladrão.
Sou um português cumpridor
Dos deveres de um cidadão
Honesto e trabalhador
Que está a ser espoliado
Do fruto do seu trabalho
Por gente sem coração,
Por políticos de má raça
Profissionais da trapaça
E de promessas mentirosas.
Como eu, todo um povo
A quem está a ser negado
O direito que tem ao trabalho,
A um tecto, ao agasalho,
À saúde e educação
E que está a ficar revoltado,
Quando vê que até o pão
Lhe está já a ser negado.
Há razão para perguntar,
Que democracia é esta
Que acolhe no seu regaço
Gente reles, que não presta
Que faz da política uma festa
Em que canta, ri e dança
Enche a carteira e a pança
Enquanto o povo faz de palhaço
E ainda tem que pagar?
Guilherme Duarte
PALAVRAS APENAS
Enquanto no mundo houver,
Uma criança que seja
Que não tenha que comer,
Deve ser nossa missão
Lutar e tudo fazer
Para evitar bocas sem pão.
Não podemos tolerar
Que haja ainda crianças
Sem um tecto que as abrigue,
Sem uma cama onde dormir,
Sem roupa para se cobrir
E sem direito a brincar.
Será que quem nos governa
Consegue mesmo dormir
Sabendo que entre o povo
Que prometeram servir
Há gente que passa fome,
Gente pobre, sem trabalho,
E sem dinheiro para se tratar?
Garante a Constituição,
A todos, direito ao pão,
À saúde, ao agasalho,
À justiça e educação
Ao respeito e ao trabalho.
São lindas estas palavras
Que todos gostamos de ouvir,
Mas são palavras apenas
Que políticos mentirosos
Não fazem tenção de cumprir.
Guilherme Duarte
Estas folhas espalhadas
Pelo chão do meu jardim
São os meus sonhos falhados,
As perspectivas goradas,
As metas nunca alcançadas
E todos aqueles sonhos
Que em tempos acalentei
Mas nunca realizei,
E que terminaram assim.
Daquela árvore frondosa
Que deu sombra à minha esperança,
As folhas foram caindo
Uma a uma sem parar.
E em cada folha que cai
Há um sonho que se vai,
E uma paixão que se extingue.
Em cada folha que amarelece
Há uma vida que enfraquece
E uma força que se esvai.
E quando essa folha cai
É uma página que se rasga
Do livro da minha história,
E no fim fica a memória,
E tem um nome: saudade.
Aquela árvore frondosa
Que já foi verde e viçosa,
Hoje de folhas despida,
Já não dá sombra a ninguém.
Está agora feia e nua
E está caduca, também,
A árvore da minha vida.
Guilherme Duarte
NATAL
Na árvore há brilho, há luz e magia,
No presépio há uma mensagem de amor,
Nos corações há ternura e calor,
À mesa, a tristeza de uma cadeira vazia.
Tenho saudade dos Natais de outrora
Quando o Rei do Natal era o Menino Jesus,
O Menino que nasceu numa gruta fria e sem luz
E descansa sereno nos braços de Nossa Senhora.
Em que é o homem transformou o Natal?
Substituiu o Menino por um velho irreal,
E virou as costas à gruta em Belém
Ignorou o presépio e a Família Sagrada
A alma invadida por um monte de nada
E o Menino ficou só, nos braços da Mãe.
Guilherme Duarte
Pelo chão do meu jardim
São os meus sonhos falhados,
As perspectivas goradas,
As metas nunca alcançadas
E todos aqueles sonhos
Que em tempos acalentei
Mas nunca realizei,
E que terminaram assim.
Daquela árvore frondosa
Que deu sombra à minha esperança,
As folhas foram caindo
Uma a uma sem parar.
E em cada folha que cai
Há um sonho que se vai,
E uma paixão que se extingue.
Em cada folha que amarelece
Há uma vida que enfraquece
E uma força que se esvai.
E quando essa folha cai
É uma página que se rasga
Do livro da minha história,
E no fim fica a memória,
E tem um nome: saudade.
Aquela árvore frondosa
Que já foi verde e viçosa,
Hoje de folhas despida,
Já não dá sombra a ninguém.
Está agora feia e nua
E está caduca, também,
A árvore da minha vida.
Guilherme Duarte
NATAL
Na árvore há brilho, há luz e magia,
No presépio há uma mensagem de amor,
Nos corações há ternura e calor,
À mesa, a tristeza de uma cadeira vazia.
Tenho saudade dos Natais de outrora
Quando o Rei do Natal era o Menino Jesus,
O Menino que nasceu numa gruta fria e sem luz
E descansa sereno nos braços de Nossa Senhora.
Em que é o homem transformou o Natal?
Substituiu o Menino por um velho irreal,
E virou as costas à gruta em Belém
Ignorou o presépio e a Família Sagrada
A alma invadida por um monte de nada
E o Menino ficou só, nos braços da Mãe.
Guilherme Duarte
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Como deves saber, o dia 1 de Dezembro é feriado em Portugal. Nesse dia comemora-se o Dia da Restauração da Independência.
Assim, quem subiu ao trono foi o Cardeal D. Henrique, que era tio-avô de D. Sebastião. Mas só reinou durante dois anos porque nem todos estavam de acordo com ele como novo rei.
Nesta altura, era frequente acontecerem casamentos entre pessoas das cortes de Portugal e Espanha, o que fazia com que houvesse espanhóis que pertenciam à família real portuguesa e portugueses que pertenciam à família real espanhola.





