14 dezembro, 2015

Parabéns Sara!

Parabéns meu amor, são já 19 anos!
Mais um ano, mais umas aventuras, tu cada vez mais crescida, mais independente, de asas cada vez mais abertas e fortes, prestes a largar o ninho... um dia destes será o dia... Mas enquanto não chega, vou aproveitar cada bocadinho para mimar-te, acarinhar-te, juntar memórias boas!
Sê feliz...
Aproveita o que a vida te oferece...
Encara cada obstáculo como uma aprendizagem para te tornares mais forte e mais sábia...
Ouve os meus conselhos, afinal a minha juventude não foi assim tão diferente da tua, sou como um livro de exercícios que trás as soluções no fim, escusas de dar erros, ou pelo menos tantos...
Ouve e acarinha o teu pai, pode ser assim a modos que despassarado e brincalhão, mas ama-te tanto como eu e não há nada nesta vida que não faça por ti!
Tem paciência para a tua irmã, apesar das brigas e das birras ela gosta muito de ti. Não a afastes e há-de chegar um tempo em que, mesmo que não sejam as melhores amigas, serão o apoio e o conforto uma da outra!
Amo-te muito!

10 dezembro, 2015

Mais um adeus...


Mais um adeus... mais um anjo que se foi, partiu a dormir, rodeada dos seus amigos de 4 patas, foi assim que a encontrei de manhã!
Foram 13 anos de muitas loucuras, aventuras, disparates e muito amor!
Até um dia minha querida Lady, nunca esquecerei o teu sorriso palerma, as tuas tropelias, a tua alegria permanente!
Espero que a esta hora estejas feliz com o teu Ice!

05 dezembro, 2015

Há pessoas...


Que conseguem roubar-nos a alegria e a boa-disposição com um simples olhar, pessoas para quem nada chega, que não dão valor aos nossos esforços para as fazermos felizes e lhes dar o essencial, pessoas que à miníma contrariedade explodem em mau-humor e agressividade, que não aceitam uma explicação, por muito lógica que seja, que só sabem exigir... Lamento, tudo o que posso garantir que tenho para dar é o meu amor incondicional e apesar de tudo!



01 dezembro, 2015

1 de Dezembro...

Aprende-se na escola, mas os nossos políticos, tão patriotas, devem andar muito esquecidos da matéria!


Dia da Restauração da Independência
  • Como deves saber, o dia 1 de Dezembro é feriado em Portugal. Nesse dia comemora-se o Dia da Restauração da Independência.
  • Queres saber porquê?
    Tudo começou em finais do séc. XVI: o rei de Portugal era D. Sebastião.
  • Em 1578, D. Sebastião morreu na batalha de Alcácer-Quibir, no norte de África. Portugal ficou, assim, sem rei, pois D. Sebastião era muito novo e ainda não tinha filhos, não havia herdeiros directos para a coroa portuguesa.
  • Assim, quem subiu ao trono foi o Cardeal D. Henrique, que era tio-avô de D. Sebastião. Mas só reinou durante dois anos porque nem todos estavam de acordo com ele como novo rei.
    Mas atenção: estas coisas nunca são simples, houve muitos pretendentes e isto deu muita confusão...
  • Em 1580, nas Cortes de Tomar, Filipe II, rei de Espanha, foi escolhido como o novo rei de Portugal. A razão para a escolha foi simples: Filipe II era filho da infanta D. Isabel e também neto do rei português D. Manuel, por isso tinha direito ao trono.
  • Nesta altura, era frequente acontecerem casamentos entre pessoas das cortes de Portugal e Espanha, o que fazia com que houvesse espanhóis que pertenciam à família real portuguesa e portugueses que pertenciam à família real espanhola.
  • Durante 60 anos, viveu-se em Portugal um período que ficou conhecido na História como "Domínio Filipino". Depois do reinado de Filipe II (I de Portugal), veio a governação de Filipe III (II de Portugal) e Filipe IV (III de Portugal). Estes reis governavam Portugal e Espanha ao mesmo tempo, como um só país.

  • Os portugueses acabaram por revoltar-se contra esta situação e, no dia 1 de Dezembro de 1640, puseram fim ao reinado do rei espanhol num golpe palaciano (um golpe só para derrubar o rei e o seu governo).
  • Sabias que havia também defensores do rei espanhol em Portugal? Mas o povo não gostava disso porque o País não era governado com justiça e havia muitos problemas e ataques às províncias ultramarinas e, especialmente, ao Brasil.
  • Na altura, a Duquesa de Mântua era vice-rainha e Miguel de Vasconcelos era escrivão da Fazenda do Reino. Tinha imenso poder.
    No dia 1 de Dezembro de 1640, os Restauradores mataram-no a tiro e foi defenestrado (atirado da janela abaixo) no Paço da Ribeira.
  • Filipe III abandonou o trono de Portugal e os portugueses escolheram D. João IV, duque de Bragança, como novo rei.
  • O dia 1 de Dezembro passou a ser comemorado todos os anos como o Dia da Restauração da Independência de Portugal, já que o trono voltou para um rei português. 

E Dezembro a chegar...


28 novembro, 2015

Novembro a acabar...

Finalmente fim-de-semana! Deu para ter uma noite descansada e acordar sem despertador, apesar de acordar relativamente cedo na mesma, mas ando nas calmas. Enquanto o resto da tropa dormia, fiz um bolo para o pequeno-almoço, meti roupa a lavar (há que aproveitar o sol e o ventinho para secar o mais que se puder) e andei a passear pelo Facebook. Agora à tarde é para aproveitar a ajuda da família e começar a organizar a casa e as decorações natalícias... Novembro queima os últimos cartuxos, Dezembro aproxima-se a passos largos e dia 1 é o meu dia de enfeitar casa, fazer as árvores (tenho a mania de fazer a grande na sala de estar e outra, mais maneirinha, na sala de jantar) e fazer o Presépio... Estou lentamente a entrar em modo nataólico... preparem-se!


12 novembro, 2015

Futebol e política...

... São duas daquelas coisas que, estupidamente, levam as pessoas a perder a razão, o juízo, o bom-senso, a educação e... as amizades!
É engraçado ver pessoas que, no seu mural de Facebook, fazem a apologia da Democracia, que lamentam o actual estado da Nação, que dizem que a dita Democracia está de luto mas depois, quando um amigo de longa data resolve brincar e dar a sua opinião (contrária), simplesmente lhe apagam o comentário e o bloqueiam da conta!
Foi o que aconteceu nestes dias com uma suposta amiga de muitos anos que simplesmente correu com o meu cara-metade por não gostar da opinião política dele. E quando eu a chamei a atenção para o que tinha feito, também eu fui bloqueada! Ou seja, a moral que eu tiro da história é que, para certas pessoas, a Democracia só existe para os que são da mesma opinião que elas ou que, pelo menos, não as contrariam!


08 novembro, 2015

Domingo...

Hoje foi Domingo de mais-ou-menos-preguiça, a tarde toda em casa com a mais velha, que a mais nova e o cara-metade foram à bola. Passou-se a meter roupa a lavar, estender roupa, apanhar roupa, fez-se um bolo e assou-se castanhas e batatas doces. Agora já está a família toda em casa e lá se vai petiscando as castanhas e as batatas doces... é que o bolo foi-se logo, ainda quentinho, partilhado com bons amigos que nos vieram fazer uma visita!

26 outubro, 2015

Cinzento...

Segunda-feira cinzenta, chuvosa... dá moleza, muito sono... e eu com tanto que fazer... ó valha-me a santinha!



19 outubro, 2015

Pecado de fim de semana...






Este fim de semana houve cheesecake de nutella e oreo, para adoçar as bocas e as almas. É bom e recomenda-se, muito embora com alguma parcimónia pois acaba por se tornar enjoativo se se comer em demasia... uma fatia fina chega perfeitamente para consolar a gula!

Fica aqui a receita... ;)

18 outubro, 2015

Um adeus...

Há pessoas que apesar de uma breve passagem pela nossa vida nos marcam para todo o sempre e nos deixam sempre uma doce memória... E foi este o caso do meu querido Guilherme Duarte, que me acompanhou nos 3 anos em que trabalhei na EDP na Amadora, já lá vão uns 22 anos, justamente pela sua simpatia, carinho, bondade, sentido de justiça, capacidade de liderança e alegria de viver!
Reencontrei-o há relativamente pouco tempo através dos meandros do Facebook e, apesar de não o ter voltado a ver fisicamente, de vez em quando íamos matando as saudades em pequenas conversas e pelo que íamos vendo um do outro nos respectivos murais...
Hoje despeço-me com muita tristeza e aqui partilho alguns poemas de sua autoria "roubados" pela net.
Adeus meu querido Sr. Duarte, obrigado por tudo o que me ensinou, pela força e carinho que me deu!

QUE DEMOCRACIA É ESTA?



Sempre trabalhei na vida
E todo o pão que comi
Foi ganho honestamente
Com o suor do meu rosto.
Não gastei mais do que tinha.
Nunca fui um aldrabão.
Não sou nenhum vigarista,
Nem sequer oportunista
E também não sou ladrão.
Sou um português cumpridor
Dos deveres de um cidadão
Honesto e trabalhador
Que está a ser espoliado
Do fruto do seu trabalho
Por gente sem coração,
Por políticos de má raça
Profissionais da trapaça
E de promessas mentirosas.
Como eu, todo um povo
A quem está a ser negado
O direito que tem ao trabalho,
A um tecto, ao agasalho,
À saúde e educação
E que está a ficar revoltado,
Quando vê que até o pão
Lhe está já a ser negado.

Há razão para perguntar,
Que democracia é esta
Que acolhe no seu regaço
Gente reles, que não presta
Que faz da política uma festa
Em que canta, ri e dança
Enche a carteira e a pança
Enquanto o povo faz de palhaço
E ainda tem que pagar?

Guilherme Duarte


PALAVRAS APENAS


Enquanto no mundo houver,
Uma criança que seja
Que não tenha que comer,
Deve ser nossa missão
Lutar e tudo fazer
Para evitar bocas sem pão.

Não podemos tolerar
Que haja ainda crianças
Sem um tecto que as abrigue,
Sem uma cama onde dormir,
Sem roupa para se cobrir
E sem direito a brincar.

Será que quem nos governa
Consegue mesmo dormir
Sabendo que entre o povo
Que prometeram servir
Há gente que passa fome,
Gente pobre, sem trabalho,
E sem dinheiro para se tratar?

Garante a Constituição,
A todos, direito ao pão,
À saúde, ao agasalho,
À justiça e educação
Ao respeito e ao trabalho.

São lindas estas palavras
Que todos gostamos de ouvir,
Mas são palavras apenas
Que políticos mentirosos
Não fazem tenção de cumprir.


Guilherme Duarte



Estas folhas espalhadas
Pelo chão do meu jardim
São os meus sonhos falhados,
As perspectivas goradas,
As metas nunca alcançadas
E todos aqueles sonhos
Que em tempos acalentei
Mas nunca realizei,
E que terminaram assim.


Daquela árvore frondosa
Que deu sombra à minha esperança,
As folhas foram caindo
Uma a uma sem parar.
E em cada folha que cai
Há um sonho que se vai,
E uma paixão que se extingue.
Em cada folha que amarelece
Há uma vida que enfraquece
E uma força que se esvai.
E quando essa folha cai
É uma página que se rasga
Do livro da minha história,
E no fim fica a memória,
E tem um nome: saudade.


Aquela árvore frondosa
Que já foi verde e viçosa,
Hoje de folhas despida,
Já não dá sombra a ninguém.
Está agora feia e nua
E está caduca, também,
A árvore da minha vida.



Guilherme Duarte



NATAL


Na árvore há brilho, há luz e magia,
No presépio há uma mensagem de amor,
Nos corações há ternura e calor,
À mesa, a tristeza de uma cadeira vazia.


Tenho saudade dos Natais de outrora
Quando o Rei do Natal era o Menino Jesus,
O Menino que nasceu numa gruta fria e sem luz
E descansa sereno nos braços de Nossa Senhora.


Em que é o homem transformou o Natal?
Substituiu o Menino por um velho irreal,
E virou as costas à gruta em Belém


Ignorou o presépio e a Família Sagrada
A alma invadida por um monte de nada
E o Menino ficou só, nos braços da Mãe.



Guilherme Duarte


24 setembro, 2015

Parabéns Márcia!


Que sejas muito feliz connosco, que a tua vida se oriente para o sucesso, que te tornes uma grande mulher, forte, decidida, independente e com uma grande auto-estima! Desejo-te tudo isto e muito mais, minha filha do coração!