Há muito, muito tempo que não entrava numa... mas hoje parecia que algo me puxava... Quando nada mais se pode fazer, quando o sentimento de impotência nos invade, há algo nos lugares de culto que consegue dar paz, lavar a alma, acreditar no que parece ser impossível! Por tudo isto, entrei e foi com o coração nas mãos que "pedi" à imagem da mãe o tal milagre para o João...
Apresento-vos as mini-manas, duas gatinhas que nasceram aqui no meu jardim e que acabei por albergar em casa para ficarem mais protegidas e para se habituarem a gente antes de seguirem para adopção. Já têm cerca de 3 meses, são muito meiguinhas e brincalhonas, estão habituadas aos outros gatos da casa e adoram os mimos das crianças.
Agradeço que divulguem pelos vossos amigos pois, por muito que gostasse, não tenho possibilidade de ficar com mais 2 animais e, infelizmente, mais se seguirão para cuidar e dar para adopção.
Quem está ligado à causa animal já ouviu falar deste projecto, mas como há imensa gente a quem, de certeza, tal notícia passou ao lado e como eu acho que é de louvar e seguir, aqui fica a história do Gatil Simãozinho e de uma professora dos seus meninos que fizeram de um sonho uma realidade:
"Ruin'Arte" é um projecto de livro que já conta com fotografias de perto de centena e meia de estruturas deixadas ao abandono. É um retrato desolador do país, ainda que marcado por uma beleza decadente.
A Lei Wiccana respeita,
Perfeito amor, confiança perfeita.
Viva e deixa viver,
Dá o justo para assim receber.
Três vezes o círculo traça
E assim o mal afasta.
E para firmar bem o encanto
Entoa em verso ou em canto.
Olhos brandos, toque leve,
Fala pouco, muito ouve.
Pelo horário a crescente se levanta
E a Runa da Bruxa canta.
Pelo anti-horário a minguante vigia
E entoa a Runa Sombria.
Quando está nova a lua da Mãe,
Beija duas vezes Suas mãos.
Quando a lua ao topo chegar,
Teu coração se deixará levar.
Para o poderoso vento norte,
Tranca as portas e boa sorte.
Do sul o vento benfazejo,
Do amor te traz um beijo.
Quando vem do oeste o vento,
Vêm os espíritos sem alento.
E quando do leste ele soprar,
Novidades para comemorar.
Nove madeiras no caldeirão,
Queima com pressa e lentidão.
Mas a árvore anciã, venera,
Se queimares, o mal te espera.
Quando a Roda começa a girar
É hora do fogo de Beltane queimar.
Em Yule, acende tua tora,
O Deus de chifres reina agora.
A flor, a erva, a fruta boa,
É a Deusa que te abençoa.
Para onde a água correr,
Joga uma pedra para tudo ver.
Se precisas de algo com razão,
À cobiça alheia não dá atenção.
E a companhia do tolo, melhor evitar,
Ou arriscas a ele te igualar.
Encontra feliz e feliz despede,
Um bom momento não se mede.
Da Lei Tríplice lembre também,
Três vezes o mal, três vezes o bem.
Quando quer que o mal desponte,
Usa a estrela azul na fronte.
Cultiva no amor a sinceridade,
Para receber igual verdade.
Ou um resumo, se assim preferes estar:
faz o que tu queres,
Sem nenhum mal causar.
O momento mais esperado pela miúdagem que nos acompanhava: a passagem da Charanga, que percorre as ruas de Alcochete e que não deixa ninguém imune à vontade de saltar e cantar atrás dela!
Os meses de verão são pródigos em festas populares, sejam os Santos ou sejam festejos típicos de cada terra, o certo é que aqui à volta há sempre uma festa, um bailarico, uma feira onde ir!
A última onde estivemos foi nas festas das Salinas e do Barrete Verde, em Alcochete, em que ajudámos a servir a sardinhada popular. A alegria e boa disposição que reinam por todo o lado são indescritíveis e contagiantes!
Deixo-vos aqui uma pequena amostra em que a imagem, embora comprometida pelo fumo dos assadores, vale por muitas palavras!
Adoro quando temos hipótese de partilhar alguns momentos, namorar um bocadinho, apreciar o simples facto de estarmos juntos. Ao pé de ti a vida é bela!
As imagens estão péssimas, foram tiradas com o telemóvel velhote, no meio de muita confusão e encontrões, mas dão para deixar perceber a alegria da Sara e da Ana no seu 1º concerto... dos Xutos e Pontapés, pois claro!!!