02 maio, 2007
01 maio, 2007
Para meditar...
Nós podemos morar numa casa mais ou menos,
Numa rua mais ou menos,
Numa cidade mais ou menos,
E até ter um governo mais ou menos.
Nós podemos dormir numa cama mais ou menos,
Comer um almoço mais ou menos,
Ter um transporte mais ou menos,
E até sermos obrigados a acreditar mais ou menos no futuro.
Nós podemos olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos.
Até aqui tudo bem !
O que nós não podemos, nunca, de jeito nenhum,
É amar mais ou menos,
É sonhar mais ou menos,
É ser amigo mais ou menos,
É namorar mais ou menos,
É ter fé mais ou menos,
É acreditar mais ou menos.
Senão corremos o risco de nos tornarmos uma pessoa mais ou menos.
08 abril, 2007
07 abril, 2007
Páscoa feliz!
05 abril, 2007
Bom dia!
Como bom início de dia, para sacudir o stress, convido-vos a passear o olhar pelas belíssimas fotos do meu amigo José Cuco. Cliquem na Galeria e delíciem-se!
http://www.biscoitos.net/
http://www.biscoitos.net/
04 abril, 2007
22 março, 2007
Primavera

A Primavera chegou ontem... alguém deu por ela? Instalou-se de mansinho, sem dar muito nas vistas, disfarçada por um friozinho que insiste em não ir embora, mas nota-se que a vida desponta em cada canto, as flores dão cor à paisagem , as árvores começam a ganhar a sua graça, o céu parece mais alto e mais azul!
Bem vinda Primavera!!!!
19 março, 2007
18 março, 2007
06 março, 2007
Mother Earth
Birds and butterflies
Rivers and mountains she creates
But you'll never know
The next move she'll make
You can try
But it is useless to ask why
Cannot control her
She goes her own way
She rules until the end of time
She gives and she takes
She rules until the end of time
She goes her own way
With every breath
And all the choices that we make
We are only passing through on her way
I find my strength
Believing that your soul lives on
Until the end of time
I'll carry it with me
Once you will know my dear
You don't have to fear
A new beginning always starts at the end
Until the end of time
She goes her own way
Coisinhas novas e lindas!

A lojinha da Associação da Moita tem coisas novas e muito bonitas. Não querem dar uma espreitadela? É só clicar no link e apreciar!
http://www.lojinha-animaisdamoita.blogspot.com/
03 março, 2007
02 março, 2007
Criancinhas
A criancinha quer Playstation. A gente dá.
A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa.
A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementa e acaba tudo em festim de chocolate.
A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas tantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha.
A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá porque a criancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é perigoso ser diferente.
A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando.
A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e o berreiro continua.
Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou mulher.
Desperta.
É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária. E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares.
A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso. Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.
A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que eles estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó e numas férias à maneira.
A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo de independência meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa. Responde torto aos papás, põe a avó em sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são «uma seca».
Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal. Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a violência sobre as criancinhas de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a fazer porcarias».
Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas, das famílias no fio da navalha? Pois não, bem sei. Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo. E então teremos muitos congressos e debates para nos entretermos.
Miguel Carvalho, in A Devida Comédia, Visão
http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=332941
A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa.
A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementa e acaba tudo em festim de chocolate.
A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas tantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha.
A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá porque a criancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é perigoso ser diferente.
A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando.
A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e o berreiro continua.
Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou mulher.
Desperta.
É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária. E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares.
A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso. Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.
A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que eles estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó e numas férias à maneira.
A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo de independência meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa. Responde torto aos papás, põe a avó em sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são «uma seca».
Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal. Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a violência sobre as criancinhas de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a fazer porcarias».
Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas, das famílias no fio da navalha? Pois não, bem sei. Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo. E então teremos muitos congressos e debates para nos entretermos.
Miguel Carvalho, in A Devida Comédia, Visão
http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=332941
26 janeiro, 2007
Pura e simplesmente... verdadeiro!!!
BITCHOLOGY
When I stand up for
Myself and my beliefs,
They call me a
Bitch.
When I stand up for
Those I love,
They call me a
Bitch.
When I speak my mind, think my own thoughts
Or do things my own way, They call me a
Bitch.
Being a bitch
Means I won't
Compromise what's
In my heart.
It means I live my life
MY way.
It means I won't allow anyone to step on me.
When I refuse to
Tolerate injustice and
Speak against it, I AM
Defined as a
Bitch.
The same thing happens When I take time for
Myself instead of being everyone's maid, or When I act a Little selfish.
It means I have the courage and strength to allow Myself to be who I truly AM and won't become anyone else's idea of what They think I "should" be.
I AM outspoken,
Opinionated and determined. I want what I want and there is nothing wrong with that!
So try to stomp on me,
Try to douse my inner flame, try to squash every ounce of beauty I hold within me.
You won't succeed.
And if that makes me a
bitch
,
So be it.
I embrace the title and
AM proud to bear it.
B - Babe
I - In
T - Total
C - Control of
H - Herself
B = Beautiful
I = Intelligent
T = Talented
C = Charming
H = Hell of a Woman
B = Beautiful
I = Individual
T = That
C = Can
H = Handle anything
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17 janeiro, 2007
Pedido de ajuda!

OS ANIMAIS DA ASSOCIAÇÃO DA MOITA PEDEM AJUDA:
A todos os que gostam dos animais e não ficam indiferentes às suas necessidades, os voluntários da AAAAMoita vêm assim apelar à vossa contribuição para alimentar cerca 350 animais.
A ração que temos terminará amanhã dia 16/01/2007 e depois o que daremos de comer para saciar a fome aos nossos animais?
Por favor se não puder contribuir financeiramente ou em géneros (sacas de ração) reencaminhe este apelo que é transmitido pelos voluntários que "dão voz" aos animais da Associação dos Amigos dos Animais Abandonados da Moita, em Alhos Vedros. Atravessamos uma fase já muito complicada com a Ordem de Despejo a decorrer em tribunal.
Por favor se não puder contribuir financeiramente ou em géneros (sacas de ração) reencaminhe este apelo que é transmitido pelos voluntários que "dão voz" aos animais da Associação dos Amigos dos Animais Abandonados da Moita, em Alhos Vedros. Atravessamos uma fase já muito complicada com a Ordem de Despejo a decorrer em tribunal.
NO CONTRIBUTO QUE PRETENDA EFECTUAR PARA O NIB DA AAAAMOITA COLOQUE O DESCRITIVO " RAÇÃO".
POR FAVOR NÃO FIQUE INDIFERENTE A ESTE APELO, ENCAMINHE-O, OS ANIMAIS DA AAAAMOITA AGRADECEM O SEU APOIO!
14 janeiro, 2007
31 dezembro, 2006
Ano novo vida nova!

O Natal já se foi, sem cumprir as promessas de tradição, alegria, paz, harmonia, sossego, mesa requintada, decoração glamorosa e prendas de sonho a que, em tempos, eu fui habituada!
Foi apenas mais um dia, passado em família, cheio de confusão, gritaria, cotoveladas à mesa, papéis de embrulho rasgados... Que saudades dos Natais na casa dos meus pais! Do cheirinho a arroz doce, rabanadas, farófias, azevias, coscurões e outros doces, que eram confeccionados noite dentro; do brilho dos cristais e das porcelanas, da toalha e guardanapos de linho bordados; do brilho das velas, do pinheiro altíssimo e ricamente decorado, do presépio gigantesco feito pelas crianças; do cheiro a musgo e resina de pinheiro; da chegada dos familiares, todos envergando roupas novas, faces coradas e um brilho no olhar; a caminhada até à igreja para a Missa do Galo, pela noite fria, para celebrar o nascimento do Menino; da alegria das crianças quando, de manhã, descobriam os presentes deixados pelo Pai Natal!
Vem agora o fim do ano, sem grande alarde, sem grandes festas... apenas mais um dia, apenas mais uma noite!
14 dezembro, 2006
10 maravilhosas primaveras!

E pronto, faz hoje 10 anos que nascia a minha princesinha, a minha melhor prenda de Natal, porque foi um autêntico milagre!!!
A Sara já está uma senhorinha. Olho para ela e fico a matutar como o tempo passa tão depressa, ainda ontem era um bebé rechonchudinho e rosado, que dormitava nos meus braços! E à medida que a olho, o amor no meu peito cresce, o orgulho aumenta e só me apetece gritar ao mundo:
Vejam, eis aqui o amor e sentido da minha vida!
Parabéns minha querida!!!
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