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19 março, 2018

Dia do Pai



Não há dia em que não pense em ti, em que não recorde bons momentos... mas depois há dias, assim como este, em que a saudade toma contornos mais tristes...
Já se passaram tantos anos e continuas a fazer tanta falta! Foste o melhor dos pais, poderias ter sido o melhor dos avôs. Lamento profundamente as minhas filhas nunca terem tido o gosto de privar contigo, de saberem o que era o teu carinho, a tua atenção, o amor com que partilhavas a tua enorme cultura e sabedoria, de nunca terem ouvido esse teu riso contagiante... Fazes tanta falta Papá!


02 novembro, 2016

Saudades...


Há dias em que as saudades apertam, de tal maneira que parecem rebentar o peito... Tenho saudades do porto de abrigo que era o colo do meu pai e da palavra sempre sábia da minha mãe. Quantas e quantas vezes não dou por mim, num gesto automático, de telefone na mão, pronta a ligar para casa, seja para contar a última novidade, para um simples desabafo, pedir um conselho ou apenas dizer olá... Os pais deviam ser eternos!

23 janeiro, 2016

Mamã...

Hoje é o dia do teu aniversário, farias 92 anos, quero dar-te beijinhos e abraços, cantar-te os parabéns e ajudar-te a soprar as velas... Tenho saudades do teu sorriso, dos teus mimos, das tuas conversas, dos teus conselhos, até dos teus raspanetes! 
Estejas onde estiveres, mamã, que estejas feliz e no meio de uma grande festa com outros tantos que te amam e que também tinham saudades tuas!
Amo-te muito... até um dia! 




01 janeiro, 2016

2016...

... O novo ano já cá está, chegou sem grandes alaridos e sem grande alegria no meu coração. De ontem para hoje nada mudou... A ver vamos como corre, para já as esperanças de melhoria não são muitas...
A quem pode... Feliz Ano Novo, divirtam-se!

05 dezembro, 2015

Há pessoas...


Que conseguem roubar-nos a alegria e a boa-disposição com um simples olhar, pessoas para quem nada chega, que não dão valor aos nossos esforços para as fazermos felizes e lhes dar o essencial, pessoas que à miníma contrariedade explodem em mau-humor e agressividade, que não aceitam uma explicação, por muito lógica que seja, que só sabem exigir... Lamento, tudo o que posso garantir que tenho para dar é o meu amor incondicional e apesar de tudo!



28 novembro, 2015

Novembro a acabar...

Finalmente fim-de-semana! Deu para ter uma noite descansada e acordar sem despertador, apesar de acordar relativamente cedo na mesma, mas ando nas calmas. Enquanto o resto da tropa dormia, fiz um bolo para o pequeno-almoço, meti roupa a lavar (há que aproveitar o sol e o ventinho para secar o mais que se puder) e andei a passear pelo Facebook. Agora à tarde é para aproveitar a ajuda da família e começar a organizar a casa e as decorações natalícias... Novembro queima os últimos cartuxos, Dezembro aproxima-se a passos largos e dia 1 é o meu dia de enfeitar casa, fazer as árvores (tenho a mania de fazer a grande na sala de estar e outra, mais maneirinha, na sala de jantar) e fazer o Presépio... Estou lentamente a entrar em modo nataólico... preparem-se!


12 novembro, 2015

Futebol e política...

... São duas daquelas coisas que, estupidamente, levam as pessoas a perder a razão, o juízo, o bom-senso, a educação e... as amizades!
É engraçado ver pessoas que, no seu mural de Facebook, fazem a apologia da Democracia, que lamentam o actual estado da Nação, que dizem que a dita Democracia está de luto mas depois, quando um amigo de longa data resolve brincar e dar a sua opinião (contrária), simplesmente lhe apagam o comentário e o bloqueiam da conta!
Foi o que aconteceu nestes dias com uma suposta amiga de muitos anos que simplesmente correu com o meu cara-metade por não gostar da opinião política dele. E quando eu a chamei a atenção para o que tinha feito, também eu fui bloqueada! Ou seja, a moral que eu tiro da história é que, para certas pessoas, a Democracia só existe para os que são da mesma opinião que elas ou que, pelo menos, não as contrariam!


18 outubro, 2015

Um adeus...

Há pessoas que apesar de uma breve passagem pela nossa vida nos marcam para todo o sempre e nos deixam sempre uma doce memória... E foi este o caso do meu querido Guilherme Duarte, que me acompanhou nos 3 anos em que trabalhei na EDP na Amadora, já lá vão uns 22 anos, justamente pela sua simpatia, carinho, bondade, sentido de justiça, capacidade de liderança e alegria de viver!
Reencontrei-o há relativamente pouco tempo através dos meandros do Facebook e, apesar de não o ter voltado a ver fisicamente, de vez em quando íamos matando as saudades em pequenas conversas e pelo que íamos vendo um do outro nos respectivos murais...
Hoje despeço-me com muita tristeza e aqui partilho alguns poemas de sua autoria "roubados" pela net.
Adeus meu querido Sr. Duarte, obrigado por tudo o que me ensinou, pela força e carinho que me deu!

QUE DEMOCRACIA É ESTA?



Sempre trabalhei na vida
E todo o pão que comi
Foi ganho honestamente
Com o suor do meu rosto.
Não gastei mais do que tinha.
Nunca fui um aldrabão.
Não sou nenhum vigarista,
Nem sequer oportunista
E também não sou ladrão.
Sou um português cumpridor
Dos deveres de um cidadão
Honesto e trabalhador
Que está a ser espoliado
Do fruto do seu trabalho
Por gente sem coração,
Por políticos de má raça
Profissionais da trapaça
E de promessas mentirosas.
Como eu, todo um povo
A quem está a ser negado
O direito que tem ao trabalho,
A um tecto, ao agasalho,
À saúde e educação
E que está a ficar revoltado,
Quando vê que até o pão
Lhe está já a ser negado.

Há razão para perguntar,
Que democracia é esta
Que acolhe no seu regaço
Gente reles, que não presta
Que faz da política uma festa
Em que canta, ri e dança
Enche a carteira e a pança
Enquanto o povo faz de palhaço
E ainda tem que pagar?

Guilherme Duarte


PALAVRAS APENAS


Enquanto no mundo houver,
Uma criança que seja
Que não tenha que comer,
Deve ser nossa missão
Lutar e tudo fazer
Para evitar bocas sem pão.

Não podemos tolerar
Que haja ainda crianças
Sem um tecto que as abrigue,
Sem uma cama onde dormir,
Sem roupa para se cobrir
E sem direito a brincar.

Será que quem nos governa
Consegue mesmo dormir
Sabendo que entre o povo
Que prometeram servir
Há gente que passa fome,
Gente pobre, sem trabalho,
E sem dinheiro para se tratar?

Garante a Constituição,
A todos, direito ao pão,
À saúde, ao agasalho,
À justiça e educação
Ao respeito e ao trabalho.

São lindas estas palavras
Que todos gostamos de ouvir,
Mas são palavras apenas
Que políticos mentirosos
Não fazem tenção de cumprir.


Guilherme Duarte



Estas folhas espalhadas
Pelo chão do meu jardim
São os meus sonhos falhados,
As perspectivas goradas,
As metas nunca alcançadas
E todos aqueles sonhos
Que em tempos acalentei
Mas nunca realizei,
E que terminaram assim.


Daquela árvore frondosa
Que deu sombra à minha esperança,
As folhas foram caindo
Uma a uma sem parar.
E em cada folha que cai
Há um sonho que se vai,
E uma paixão que se extingue.
Em cada folha que amarelece
Há uma vida que enfraquece
E uma força que se esvai.
E quando essa folha cai
É uma página que se rasga
Do livro da minha história,
E no fim fica a memória,
E tem um nome: saudade.


Aquela árvore frondosa
Que já foi verde e viçosa,
Hoje de folhas despida,
Já não dá sombra a ninguém.
Está agora feia e nua
E está caduca, também,
A árvore da minha vida.



Guilherme Duarte



NATAL


Na árvore há brilho, há luz e magia,
No presépio há uma mensagem de amor,
Nos corações há ternura e calor,
À mesa, a tristeza de uma cadeira vazia.


Tenho saudade dos Natais de outrora
Quando o Rei do Natal era o Menino Jesus,
O Menino que nasceu numa gruta fria e sem luz
E descansa sereno nos braços de Nossa Senhora.


Em que é o homem transformou o Natal?
Substituiu o Menino por um velho irreal,
E virou as costas à gruta em Belém


Ignorou o presépio e a Família Sagrada
A alma invadida por um monte de nada
E o Menino ficou só, nos braços da Mãe.



Guilherme Duarte


24 setembro, 2015

Parabéns Márcia!


Que sejas muito feliz connosco, que a tua vida se oriente para o sucesso, que te tornes uma grande mulher, forte, decidida, independente e com uma grande auto-estima! Desejo-te tudo isto e muito mais, minha filha do coração!

01 setembro, 2015

Setembro...



... Significa dias mais curtos, noites mais frias, voltar ao corre-corre diário do leva e trás da escola e das actividades, ter a casa vazia durante grande parte do dia... Mas também significa voltar a ter tempo para mim, para as minhas coisas, para meter a casa em ordem, para me dedicar a uns quantos projectos que tenho em mente. É um novo ciclo que se inicia e que pretendo entrar cheia de força e vontade!
Bom Setembro!

30 maio, 2015

Se eu voltasse atrás...



      

Ah que saudades daqueles dias intermináveis de Verão da minha infância, da Lisboa vazia de gente, onde o som das cigarras predominava sobre tudo. De andar ao sabor da vontade, de bicicleta ou correria, com os amigos, em bando feliz e despreocupado! Das idas à praia e dos piqueniques na Serra da Sintra. Dos almoços domingueiros de cozido à portuguesa no Saloio e das queijadas no Preto. De voar nos baloiços no parque do Alvito ou no de Benfica. De andar de barco no lago do Campo Grande. Dos gelados de máquina, morango e baunilha sempre! Dos almanaques da Disney e dos livros d'Os Cinco e d'As Gémeas, que me acompanhavam para todo o lado. Dos passeios à Feira Popular, mágica aos meus olhos de criança, cheia de luzes coloridas, música e cheiros bons!
E de chegar à noite, cansada mas feliz, na certeza de muitas mais aventuras no dia seguinte e adormecer de sorriso rasgado, aninhada nos frescos lençóis de linho bordados pela minha mãe...